Rubiácea despedida dele
Magnânimo,
Das peles e sorrisos morenos
Das peles e sorrisos morenos
Descansando e abrindo
O sol,
um negrume sem sim, outono posto
A natureza puchando na cucharada
O calor e o devaneio dos raios sensuais.
Rio de Janeiro!
Em Ipanema,
Amontoados montanhados de homens
Nos concretos da orla.
A concha de àgua ausenta-se
Do dorso lambido da areia
E incorpora no ouvido do desatento,
Acostumado com números e extratos bancários
Do reino de Poseidón almas gritam
Pras ondas surfarem nas pranchas
E nos músculos retesados dos braços, galgando ondas
Na areia os sorrisos
Mistuiram desejos procedentes da noite a macular.
Sempre há espaço entre os cismos e parapeitos.
Não sei se há nos corações
